Entrar
CNBAMBUCNBAMBU
Notificação Mostrar Mais
Aa
  • Página Inicial
  • Educação
  • Eventos
  • Geral
  • Parceiros
  • Cultura
  • Esportes
Leitura: RN: Teatro Alberto Maranhão recebe espetáculo “Navio Negreiro”
Compartilhar
Aa
CNBAMBUCNBAMBU
Buscar
  • Página Inicial
  • Educação
  • Eventos
  • Geral
  • Parceiros
  • Cultura
  • Esportes
Ter uma conta existente? Entrar
Siga-NOS
Portal CNBAMBU - Notícias e Eventos de Coelho Neto e Região
Home » Blog » RN: Teatro Alberto Maranhão recebe espetáculo “Navio Negreiro”
Cultura

RN: Teatro Alberto Maranhão recebe espetáculo “Navio Negreiro”

CNBAMBU
Última atualização 12/05/2026 as 12:27
CNBAMBU
Compartilhar
2 Min de Leitura
Compartilhar

O Teatro Alberto Maranhão, em Natal, recebe nesta terça-feira (12), a partir das 19h30, o espetáculo “Navio Negreiro”. 

A montagem recria a obra do baiano Castro Alves, considerado o autor do maior poema brasileiro sobre o sequestro da população negra da África para ser escravizada no Brasil. Em formato musical, o espetáculo lança um olhar crítico sobre questões sociais e raciais. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do teatro.

A montagem é da companhia teatral potiguar Monicreques, dirigida por Clenor Júnior, e retorna ao palco do histórico teatro natalense para revisitar não só a travessia forçada dos africanos escravizados, mas também os reflexos desse passado na sociedade atual.

O elenco é formado por artistas da melhor idade, que interpretam um grupo de pessoas que vivem em um retiro artístico e decidem montar o texto do “Poeta dos Escravos”, de forma lúdica e musical.  

A força do texto de Castro Alves é entremeada por canções, interpretadas pelo elenco, que tem entre seus destaques a cantora Cida Lobo, que busca abordar temas urgentes ligados à questão racial e social do país como racismo, violência nas periferias, identidade e resistência do povo preto.

“O Navio Negreiro”, escrito por Castro Alves em 1868, quando o poeta tinha apenas 22 anos, é um dos poemas abolicionistas mais importantes da literatura brasileira. 

Estruturado em seis partes, a obra foi produzida quase 20 anos depois da Lei Eusébio de Queirós, que proibia o tráfico de escravos para o Brasil.

Por meio da poesia, Castro Alves denunciava o horror vivido pelos povos africanos raptados do continente durante as viagens nos navios que cruzavam o oceano rumo ao Brasil, e também alertava que o tráfico de pessoas continuava existindo naquela época.


CNBAMBU 12 de maio de 2026 12 de maio de 2026
Compartilhar essa postagem
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp Telegram Copy Link Print
Compartilhar
Postagem Anterior Rádio Nacional estreia série Rádio Memória para celebrar os 90 anos
Proxima POstagem Festival de Cinema de Cannes começa na tarde desta terça-feira

Últimas Postagens

Cidade paraibana faz homenagem a artistas do com “Parede da Fama”
Cultura 8 de junho de 2026
Mubenco: Belém ganha museu de graffiti a céu aberto
Cultura 8 de junho de 2026
Parintins ganha novos murais e amplia circuito de arte urbana
Cultura 7 de junho de 2026
Nordeste celebra santos católicos em festas juninas no fim de semana
Cultura 6 de junho de 2026
CNBAMBUCNBAMBU
Siga-NOS

Portal CNBAMBU - Notícias e Eventos de Coelho Neto e Região

Bem-vindo de volta!

Entre para acessar sua conta

Registrar-se Esqueceu sua senha?